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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Artes Plásticas x Artes Visuais

Unicamp - Aproveitando a presente reforma curricular, faremos a mudança de nome de curso, optando por Artes Visuais, que é mais abrangente [por quê?] e corresponde mais diretamente ao estado da arte na contemporaneidade [por quê?] do que o termo Artes Plásticas.

ANPAP - É nesse mesmo sentido que o termo artes plásticas, antes empregado, cede lugar ao termo artes visuais, adotado mais recentemente [rá!], o qual amplia o leque de possibilidades do artista [por quê?]. A distinção entre os dois termos refere-se ao caráter das novas linguagens da arte contemporânea. Enquanto o termo Plásticas evoca procedimentos mais tradicionais, como o Desenho, Gravura, Escultura e Pintura, o termo Visuais, refere-se a linguagens artísticas mais contemporâneas, como Fotografia, Objeto, Instalação e Vídeo-Arte. Assim, o termo visuais refere-se a procedimentos variados que utilizam uma diversidade de meios expressivos, ampliando as possibilidades da obra de arte, que passa a incorporar não somente técnicas diferenciadas, mas igualmente conceitos inovadores. A liberdade estética de que goza o artista contemporâneo estende-se igualmente ao público, que deve construir novos critérios de apreciação da obra de arte. Da mesma forma, as tentativas de definição e caracterização da arte contemporânea continuam abertas, pois que nos encontramos em meio a esse movimento.


Ofereço R$ 100 a quem me explicar qual a diferença semântica entre "plástico" e "visual" e me convencer de que é apenas uma questão de moda da palavra, da moda de trocar por uma palavra mais atual, porque a outra está culturalmente ligada a um passado que precisa ser negado.

- Ah, se eu chamar o que eu faço de artes plásticas eu vou estar limitado, MAS, se eu chamar de artes visuais, AÍ SIM, eu posso tudo. TUDO!!!!
Waltercio Caldas - Velázquez

"O livro é atacado como um todo: texto e imagens estão fora de foco. Precisão e nitidez estão, no mundo das sensações, associadas à certeza do que vemos, à verdade das coisas. Logo no início, Waltercio nos retira esse chão sobre o qual apoiamos nossas impressões visuais. Mesmo aquele olho acostumado a enxergar bem confronta-se com o mundo nebuloso em que as imagens iluminadas se confundem com suas sombras, os contornos desaparecem e não há mais nenhum resquício das linhas, as cores perdem suas fronteiras e a saturação a que estamos acostumados. Assim, o livro de Waltercio tira os óculos mesmo dos que nunca deles precisaram. O naturalismo e o realismo, capazes de tratar de forma neutra a exterioridade do mundo, que determinaram, para Velázquez, um lugar único no século do Barroco, desaparecem, e como um paradoxo, ausentes, tornam-se presentes como referência. A construção desse cenário gráfico, que trata de modo homogêneo texto e ilustrações, obedece a um teatro. Todas as figuras humanas das ilustrações, uma por uma, foram retiradas. Espaço, objetos e animais foram deixados, tocados apenas pela imprecisão da imagem desfocada." (Duarte, Paulo Sergio in Waltercio Caldas, Cosac & Naify, São Paulo)
Outro mestre da cor.



Henry Matisse - The dream (1940)
Pesquisa mostra perfil do leitor brasileiro
Juliana D.


O brasileiro lê cerca de 1,8 livros por ano; uma média bem insignificante se comparada a dos franceses, os quais lêem cerca de 7 a 10 livros no mesmo período, segundo dados da Unesco. Isso também se deve ao fato do preço acessível das obras francesas, que custam cerca de três Euros na França; menos até mesmo que um café, na Cidade Luz. A principal indústria cultural francesa é a leitura. O Instituto Pró-Livro resolveu aprofundar o perfil do leitor no Brasil e fez uma pesquisa intitulada Retratos da Leitura no Brasil, na qual avalia o hábito da leitura entre os brasileiros. Foram considerados leitores, as pessoas que haviam lido, pelo menos, um livro nos últimos três meses. Já o "não-leitor" é aquele que respondeu negativamente a essa pergunta (ainda que tenha lido ocasionalmente ou em outros meses do ano).

Para cerca de 45,2 milhões (26% dos entrevistados), leitura significa conhecimento. O mesmo percentual de entrevistados não respondeu a pergunta ou não soube opinar. Segundo dados da pesquisa, uma entre cada quatro pessoas não faz a menor ideia sobre o papel da leitura. (...)

Chega a ser realmente triste quando se olha os dados da pesquisa referentes ao fato de se vencer na vida através da leitura: 60% dos entrevistados disseram que não conheceram ninguém que tenha vencido por conta do hábito de ler, o que significa duas em cada três pessoas dentro da amostragem da pesquisa - 172.731.959 pessoas (92% da população).

A maioria dos brasileiros gostam de assistir televisão (77%) ou ouvir música (53%). Ler está em quarto lugar, atrás de descansar e ouvir rádio. (...)

Quanto ao que gostam de ler, as revistas são campeãs (52%), em seguida estão os livros (50%) e os jornais (48%). Os romances (32%), os livros didáticos (34%) e a Bíblia (45%) são os gêneros mais lidos. As mulheres lêem mais a Bíblia (49%), livros didáticos (44%) e religiosos (30%), enquanto os homens preferem ler livros sobre história, política e ciências sociais (27%). (...)

Os três escritores mais prestigiados pelos leitores são Monteiro Lobato, Paulo Coelho e Jorge Amado. Machado de Assis encontra-se na quarta colocação seguido por Cecília Meirelles, Carlos Drummond de Andrade e Erico Verissimo.

O livro mais importante da vida dos brasileiros é a Bíblia. Em segundo lugar, está o 'Sítio do pica-pau amarelo'; em terceiro 'Chapeuzinho Vermelho'; em quarto, 'Harry Potter' e, em quinto, 'O pequeno príncipe'.
Casaco 100% feito de PET, que está sendo vendido pelo Radiohead, por £45.

Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Apesar de o Acordo Ortográfico ter sido aprovado já em todos os países lusófonos, inclusive o Brasil, o que vale aqui, como lei, é o Vocabulário Oficial da Língua Portuguesa (VOLP), editado pela Academia Brasileira de Letras, especificamente pelo imortal Evanildo Bechara. O VOLP mais atualizado é de março deste ano, pós-acordo, e contém divergências quanto ao acordo, por exemplo, a manutenção da acentuação das paroxítonas com "i" tônico em hiato precedido de ditongo crescente, porque pode ser eventualmente separado (ex.: Gu-a-í-ba).

A ortografia oficial de cada palavra pode ser verificada na busca do VOLP anterior. O atualizado ainda não foi disponibilizado online, a fim de que o livro, que é caro, seja bem vendido...

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

"Durante o longo período em que manteve o nome Smog como álibi, Bill Callahan expôs pedaços obscuros da psique, que alguém com mais prudência não partilharia com o diário nem num desabafo de bêbados. Fê-lo de forma múltipla e geralmente crua. (...) Oscilando entre a lo-fi perturbada e uma americana com temperamento próprio, Bill Callahan evitou deixar no lugar do réu um músico facilmente identificável. As acusações recaíram todas sobre Smog, e o plano de evasão não poderia ser mais perfeito: a sua marcha fúnebre ('One less star') estava pronta desde 1993, e os rios, úteis à ocultação dos segredos e pecados, traçados por todas as canções. A saga criminosa e uma das obras maiores da década anterior permanecem em 10 + 1 (o disco de transição 'A river ain't too much love') álbuns que o tempo ainda demorará a digerir.

"Bill Callahan renasceu no coração da baleia e galopa agora num cavalo que aspira a ser águia. A adoção do nome próprio, assumida em 'Woke on a whaleheart' (2005), coincidiu com o aprumar da canção, que, a partir daí, incluiria arranjos de primeiro nível e uma lucidez impossível na temporada tóxica de Smog. Com a chegada, já este ano, do excepcional 'Sometimes I wish we were an eagle', confirma-se uma nova abordagem tão fértil quanto recompensadora. Só assim se chega ao sumário contemplativo de 'Jim Cain', à epifania de 'Eid ma clack shaw' (tema incontornável) ou à constatação de que toda a fé tem o seu tempo, tal como o escutamos no brando repousar de 'Faith/Void'. Todos reforçam a blindagem de 'Sometimes I wish we were an eagle' [Nota do Douglas: melhor disco do ano até agora na minha opinião] como clássico prestes a acontecer." (Miguel Arsénio/Bodyspace.net)


Sasha Grey, 21 anos, é um fenômeno. Ela é estrela da indústria pornográfica e tem projeto musical experimental, com influência de Throbbing Gristle. Chama-se aTelecine. Participou cantando no disco deste ano dos Current 93 (um dos melhores do ano até agora na minha opinião), estrelou clipe e encarte dos Smashing Pumpkins, é atriz no novo filme do Steven Soderbergh, 'The girlfriend experience', e tem como co-empresário (?) o guitarrista Dave Navarro.



No ano passado, Sasha foi a artista mais jovem a receber o prêmio de melhor atriz pornô da Adult Video News (AVN). Já acumula 10 prêmios AVN. Em entrevista à revista Ele & Ela, em 2006, ela disse que nasceu em Fortaleza, no Ceará. Mas também já se disse que ela nasceu em Sacramento, na Califórnia, e em Gary, no estado de Indiana. Veja abaixo como é fácil ter essa dúvida.


Exibir mapa ampliado

Os cinco filmes preferidos da Sasha são:

Herzog - Stroszek
Catherine Breillat - Fat girl
Godard - Pierrot le fou
Cassavetes - A woman under the influence
Carpenter - Fuga de Nova York


Rolling Stone, com supressões minhas:

Aos 21 anos, ela já conseguiu dar seu pulo do gato: é a princesa reinante da indústria do entretenimento adulto, premiada como Atriz do Ano de 2008 pela revista Adult Video News; é musa de estrelas do rock, apareceu em clipes do Smashing Pumpkins e do The Roots; e, o mais impressionante, ela pode vir a causar sensação em outro ramo - estreou no cinema como a protagonista de The Girlfriend Experience, filme de Steven Soderbergh em cartaz nos Estados Unidos.

Com 1,70 metro, 50 quilos e cabelo preto liso que chega até a região lombar, o corpo nu de Sasha é um primor, natural; sua pele lisa não tem marcas nem tatuagens (seu físico se parece com o da atriz Kate Beckinsale, e seu jeito é uma mistura de languidez e arrogância brutal). "Até onde eu sei, meninas do tipo 'suicide girls', com cabelo preto e tatuagens, são as novas loiras com peitão de silicone", ela fala. "Aquelas mulheres são todas iguais, idiotas."

"Adoro o fato de Sasha ser intimidadora, poderosa e introspectiva", diz o guitarrista Dave Navarro, ex-Red Hot Chili Peppers e Jane's Addiction, que dirigiu Sasha no pornô Broken e hoje é o coempresário dela. "Quando se está perto, você não sabe o que ela está pensando, mas fica morrendo de vontade de saber."

No futuro, pode ser que Sasha venha a travar muitas batalhas contra a sociedade, mas, hoje, só está atrás de uma: a liberação da sexualidade feminina. "Quero dizer às garotas que sexo é legal", ela diz. "Tudo bem ser vagabunda. Não precisa ter vergonha. As pessoas acham que as mulheres não conseguem entender o sexo, que haverá consequências pelas nossas ações, mas nós somos capazes de ser tão analíticas quanto qualquer um."

Ela é famosa por ter pedido ao ator que contracenava com ela em sua cena de estreia que lhe desse um soco no estômago. Ela afirma que tem orgasmos genuínos pelo menos três quartos do tempo quando está em cena. "Muitas mulheres que fazem pornô fingem, mas eu nunca peguei Sasha fazendo isso", diz o ator Randy Spears. "Quando ela diz coisas fortes na frente da câmera, ela fala sério, porque está tentando nos matar. Nessa hora, ela só vai desistir se isso acontecer."

Menina com jeito de menino, um tanto reservada, nunca brincou de Barbie; preferia escutar Beatles e Rolling Stones, depois Black Sabbath e Led Zeppelin, seguidos por Skinny Puppy e Nine Inch Nails. "Teve uma menina que disse: 'Sempre tive medo de que você fosse me bater', e eu nunca tinha falado com ela", Sasha ri. "É engraçado como a gente passa uma impressão para alguém sem nunca ter dito nada."

Participei de uma matéria do Danilo Fantinel para o blog Volume, sobre o Dia Mundial do Rock e o livro dos 1001 discos. Exaltei Nick Drake.

  

Quando começou a baixar os discos?

24 de junho.

 

Quantos já baixou?

13.

 

Desses, quantos eram de rock (seja qual for a vertente...)?

Não sei dizer. De um (indubitavelmente rock) a dez.

 

Quais os mais raros na sua opinião?

São esses:

Moss side story, de Barry Adamson

Back At The Chicken Shack, de Jimmy Smith

Oedipus Shmoedipus, de Barry Adamson

Qui sème le vent récolte le tempo, de Mc Solaar

 

Dos que baixou, quais os três melhores?

Pink moon, de Nick Drake

Five leaves left, de Nick Drake

Songs from a room, de Leonard Cohen

 

Quais os três que você não gostou?

Gostei MENOS (não cheguei a não gostar):

The new tango, de Astor Piazzolla & Gary Burton

Scott 2, de Scott Walker

Scott 4, de Scott Walker

 

Quais os discos você nunca encontrou na internet?

Bailarina, do Mechanosphere, projeto do vocalista dos Mão Morta.

 

Domingo, 12 de Julho de 2009



Alison Pill ('Dear Wendy' e 'Milk') é mais uma jovem e boa atriz da série Vastas Testas - ver Thora Birch, Mena Suvari, Jena Malone, Anna Paquin, Leelee Sobieski e as não tão jovens Samantha Morton, Christina Ricci, Emily Watson. Mais duas fotos bonitas dela: 1-2.

Sábado, 11 de Julho de 2009

Ele criava cores como ninguém criou.



Mark Rothko

pintura 2
pintura 3
pintura 4
pintura 5
pintura 6

currículo



Douglas Dickel faz catarses musicais, fotoartes e escritos poéticos.
Encomende as obras que o Douglas Dickel criou ou ajudou a criar:

(2004) R$ 10 [disco] Blanched: Blanched toca Angelopoulos [esgotado; há somente encartes disponíveis] - download
(2004) R$ 15 [livro] Douglas Dickel & Muriel Paraboni: Ambivalência - compra
(2005) R$ 15 [disco] input_output - eu contenho todos os meus anos dentro de mim [últimos exemplares] - download
(2005) R$ 00 [disco] input_output: Polissonografia - download
(2006) R$ 90 [quadro] foto emoldurada da exposição Mínimo Intenso
(2007) R$ 15 [disco] Hotel: Térreo - compra | download
(2007) R$ 15 [disco] Blanched: Avalanched - compra | download
(2008) R$ 15 [disco] Pelicano: Oito meses para a migração - download
(2008) R$ 00 [disco] input_output + Pan&tone: Panetone sessions #5 - download
(2008) R$ 00 [disco] input_output + Pan&tone + Dom Pedro: Porco-espinho - download
(2008) R$ 15 [disco] Hotel: Segundo andar - a ser lançado


1. catarses musicais

Idealizou e organiza os projetos input_output (eletrônica experimental) e Hotel (tipo Desert Sessions). Tocou nas bandas Blanched (post-rock), Pelicano (indie rock/guitar noise/stoner), O RESTAURANTE DO FIM DO UNIVERSO (covers), Tom Bloch (indie rock) e Poliéster (indie rock/post-rock). (Com a Tom Bloch, ajudou a criar a música 'Nessa casa', do primeiro disco da banda: 'Tom Bloch', de 2003.) Além disso, fez a trilha sonora do curta-metragem cinematográfico Miopia, juntamente com seu diretor, Muriel Paraboni, assinando como Animinimal. Em 2006, foi jurado do Festival Interno da Canção Anchietana (FICA). Em 2007, duas músicas do input_output - 'Aço, asfalto, plástico' e 'Polissonografia' - foram trilha sonora do curta/vídeo-arte 'Anagrama', de Fernanda Severo e Jaqueline Debastiane (TecCine/PUCRS), a convite da diretora de fotografia Maria Clara Bastos. Participa com certa freqüência, lendo textos seus e fazendo ruído/música, dos saraus organizados pelo Paulo Scott: Póquet Ruído & Literatura, Mini-Mundo Sem Comercial e Primeiro Popular Porto Alegre. Participa também de improvisos com adeptos da "música livre" em Porto Alegre. Em julho de 2008, fez, como input_output, um dos quatro remixes do single 'Dubster', para o terceiro disco da banda FireFriend, de Yury Hermuche, ex-Frank Poole e parceiro de Douglas no primeiro disco do Hotel. Participou de fanzines sobre música, tendo sido editor do MusicZine e membro do projeto O Apanhador, e escreveu para as revistas Aplauso (RS) e Rock Press (RJ). Tem um HD de 250 Gb para abrigar seus incontáveis discos em MP3, escolhidos em pesquisas diárias de artistas importantes e discos recém-lançados, o que o impele também a fazer, desde 2005, listas anuais dos melhores discos e das melhores músicas. Tem uma pasta no HD com mais de 400 arquivos só de covers e suas originais. Pelo mesmo interesse em seleções musicais, é radialista locutor-apresentador formado pela Fundação Educacional Padre Landell de Moura (FEPLAM), tendo trabalhado na rádio Unisinos FM 103.3 - oito meses como redator e, como locutor, um mês fixo e alguns programas avulsos. Atuou já como ator de performance para o Club D'Essai.


2. fotoartes

Expõe virtualmente suas fotografias minimalistas/abstracionistas e de gatos no Flickr e realizou sua primeira exposição, Mínimo Intenso, de 16 de fevereiro a 12 de março de 2006, na Galeria dos Arcos (Usina do Gasômetro) - financiado pelo Edital 01-2005 do Fumproarte. (Das 50 fotos expostas, 9 foram roubadas do local. O material gráfico da exposição foi da designer Amanda Müller Reche.) Ficou em 5º lugar num concurso de fotos de gatos do site Gato & Gateiros; apresentou um trabalho com 20 fotos em 26 de agosto de 2007, na segunda edição da Pecha Kucha Night: Porto Alegre; e recebeu o 2º lugar no 3º Concurso Fotográfico do Sintrajufe/RS (Sindicato dos Trabalhadores nas Justiças Federais do Rio Grande do Sul) cujo tema era sombras, tendo a foto premiada sido selecionada para figurar no calendário 2008 desse sindicato.


3. escritos poéticos

Douglas lançou, em setembro de 2004, pela editora Movimento e com financiamento do Fumproarte (Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre), seu primeiro livro, cujo título/tema é Ambivalência. A obra rendeu o prêmio de autor revelação da 50ª Feira do Livro de Porto Alegre, em 2004 (recebido junto com o co-autor, o amigo Muriel); a participação no júri do concurso Poemas no Ônibus, 14ª edição (2005/2006), organizado pela Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre; e o convite para escrever a orelha de Entre, livro de contos do Antônio Xerxenesky. Sua poesia 'Olho mágico' recebeu menção honrosa na 4ª edição do concurso Expresso das Letras, realizado em 2007 e com premiação em 2008. Também de 2007 para 2008 foi finalizado o curta/vídeo-arte 'Anagrama', de Fernanda Severo e Jaqueline Debastiane (TecCine/PUCRS), para o qual Douglas escreveu dois poemas, a convite da diretora de fotografia Maria Clara Bastos. Participa com certa freqüência, lendo textos seus e fazendo ruído/música, dos saraus organizados pelo Paulo Scott: Póquet Ruído & Literatura, Mini-Mundo Sem Comercial e Primeiro Popular Porto Alegre. No momento, dá seqüência ao trabalho com contos que iniciou - e parou - em 1999, tendo escrito dois contos baseados em discos do Sonic Youth e feito o módulo um da oficina literária do Charles Kiefer.


discografia



input_output - Eu contenho todos os meus anos dentro de mim (2005)

01. Eu contenho todos os meus anos dentro de mim (0:47) (Douglas Dickel)
02. Caminho (3:08) (Douglas Dickel)
03. Joelho (3:01) (Douglas Dickel)
04. Escombros (2:59) (Douglas Dickel)
05. Aço, asfalto, plástico (3:04) (Douglas Dickel)
06. Cada vez mais (4:06) (Douglas Dickel)
07. Aranhas versus abelhas (2:22) (Douglas Dickel)
08. Medo (0:56) (Douglas Dickel)
09. Indústria brasileira de lavadoras automáticas (2:17) (Douglas Dickel)
10. Albatroz (3:39) (Douglas Dickel)
11. Insect-project (2:17) (Douglas Dickel)
12. Joseph Campbell (3:38) (Douglas Dickel)
13. Banho quente (3:02) (Douglas Dickel)
14. Qualquer lugar/somewhere (2:16) (Douglas Dickel)
15. Squash/póquet (20:04) (Douglas Dickel)


Blanched - Blanched toca Angelopoulos (2004)

01. Tristes dos que procuram dentro de si respostas porque lá só há espera (3:49) (Leonardo
Fleck/Douglas Dickel)
02. Cada um (9:14) (Leonardo Fleck)
03. Hoje eu tou melhor (8:04) (Daniel Galera)
04. Um palhaço no campo de concentração (4:51) (Leonardo Fleck)
05. Casa de descanso (12:25) (Leonardo Fleck/Douglas Dickel)


Blanched - Avalanched (2007)

01. Avalanche # (0:33) (Douglas Dickel/Marcelo Koch)
02. Barbaritude (6:33) (Daniel Galera)
03. O final de O Incrível Hulk (6:07) (Douglas Dickel)
04. Avalanched (0:51) (Douglas Dickel)
05. Cora (6:59)(Leonardo Fleck/Douglas Dickel)
06. Valsa # (4:28) (Leonardo Fleck)



Hotel - Térreo (2007)

01. Quarto 110 (14:06) (Douglas Dickel)
02. Quarto 115 (9:04) (Marcelo Koch)
03. Quarto 106 (8:22) (Renan Stiegemeier)
04. Quarto 101 (11:01) (Yury Hermuche)
05. Quarto 104 (9:58)


Pelicano - Oito meses para a migração (2008)

01. Turbulência (4:21) (Pedro Xerxenesky/Douglas Dickel)
02. Tesoura e pernas (3:41) (Bruno Galera/Douglas Dickel)
03. Foi isso (4:02) (Douglas Dickel)
04. Pelicanos (3:19) (Douglas Dickel)
05. Sol escarrado de cinza (2:55) (Douglas Dickel/Muriel Paraboni)
06. Mutante (4:04) (Madi Pacheco/Douglas Dickel)
07. Chegou a vez (6:36) (Douglas Dickel)
08. Pára (5:28) (Bruno Galera)